OEIRAS, 308 ANOS: A CAPITAL DA FÉ, DA MEMÓRIA NEGRA E DA RESISTÊNCIA POPULAR

Por Robson Messias
Direção de Redação: Marlene Borges

No sertão piauiense, onde a fé molda o cotidiano e a memória se mantém viva nas pedras antigas, está Oeiras, cidade histórica que acaba de completar 308 anos. Primeira capital do Piauí, Oeiras é reconhecida nacionalmente como a Capital da Fé, mas sua grandeza vai além das procissões e dos templos: ela pulsa na cultura popular, na herança negra, nos movimentos sociais e nas histórias que atravessam gerações.

A cidade nasceu às margens do antigo riacho Mocha, curso d'água que orientou o surgimento do primeiro núcleo urbano e deu origem a uma das mais importantes experiências históricas do Nordeste colonial. Ao redor do riacho, ergueram-se casas, igrejas, caminhos e resistências que moldaram o território que hoje preserva sua identidade com orgulho.

Igreja do Rosário: território da fé negra e da cultura viva

Entre os símbolos mais fortes de Oeiras está a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, profundamente ligada à história e à cultura negra da cidade. Tradicionalmente associada às populações afrodescendentes, a igreja é espaço de devoção, pertencimento e resistência cultural.

É ali que se manifestam saberes ancestrais, festas populares e narrativas que não estão apenas nos livros, mas na oralidade do povo. A igreja do Rosário representa um marco da presença negra em Oeiras e reafirma a importância da diversidade cultural na formação da cidade.

Ao seu redor, o bairro do Rosário segue como um dos mais simbólicos do município — lugar de memória, identidade e protagonismo popular.

O mistério do Pé de Deus e do Pé do diabo

Oeiras também guarda histórias que misturam fé, mito e imaginação coletiva. Uma das mais conhecidas é a tradição do Pé de Deus e do Pé do diabo, marcas registradas no imaginário local, passadas de geração em geração.

Essas narrativas, preservadas pelo povo, revelam como a cidade construiu sua espiritualidade dialogando com o sagrado e o profano, com o medo e a devoção, criando uma religiosidade própria, profundamente popular e simbólica.

A casa da pólvora: morada do tempo

Entre as relíquias que resistem ao passar dos séculos está a antiga casa da pólvora, testemunha silenciosa de uma Oeiras que ainda se mantém de pé. Mais do que uma construção, ela simboliza a permanência da história, o cuidado com o patrimônio e o respeito pelas raízes.

Essas pedras contam histórias de um povo que aprendeu a resistir às secas, às desigualdades e ao esquecimento.

Silva Abrão: da luta sindical à vida na comunidade Capivara

Foi nesse cenário que conversamos com Silva Abrão, sindicalista histórico, cuja vida foi dedicada aos movimentos sociais e à defesa dos trabalhadores. Hoje, ele vive na comunidade Capivara, localizada a cerca de 30 quilômetros da sede de Oeiras, com acesso a partir do bairro do Rosário.

Mesmo vivendo no campo, Silva mantém viva sua ligação com a cidade. Sua trajetória representa uma Oeiras que luta, que se organiza e que não se afasta de suas origens.

"Oeiras é feita de fé, mas também de coragem. De quem lutou para viver com dignidade", afirma.

Uma redação que nasce da cidade

Esta matéria carrega também um vínculo afetivo e histórico. A diretora de redação da Revista TOARA, Marlene Borges, é nativa de Oeiras. Na década de 1990, foi Miss Oeiras, representando com orgulho o bairro do Rosário, símbolo da cultura negra e popular da cidade.

Sua trajetória se mistura à história local, reforçando o compromisso da TOARA com narrativas feitas por quem conhece o território, suas dores, belezas e resistências.

Oeiras: fé que caminha com memória e identidade

Ao completar 308 anos, Oeiras reafirma sua vocação: ser guardiã da fé, da cultura negra, da história popular e da resistência social. Uma cidade onde o passado não é esquecido e onde cada pedra, igreja e rua carrega significado.

Oeiras não é apenas um destino histórico.
É um território de alma.

Da terra vermelha da comunidade Capivara, das entranhas do chão duro que ensinou a resistir, nasceu a história de um camponês que nunca fugiu da luta. Silva Abrão construiu sua vida com as mãos calejadas, fincadas na roça, na organização social e na defesa do povo. Cada sulco aberto na terra era também um sulco aberto no futuro.

Ao seu lado, sempre esteve Dona Izabel, sua companheira fiel, presença firme, mulher de coragem silenciosa, que sustentou a casa, a esperança e os sonhos nos momentos mais difíceis. Juntos, formaram mais que um casal: formaram um território de afeto, trabalho e dignidade.

Hoje, Silva Abrão se vê tomado por uma alegria sem fim. Não a alegria fácil, mas aquela que nasce da conquista. A riqueza que ele carrega não está em bens materiais, mas nos 10 filhos que a luta gerou, frutos diretos de uma vida dedicada ao coletivo, à educação e à justiça social.

Uma dessas conquistas é Marlene Borges, filha da Capivara, do Rosário e de Oeiras. Intelectual forjada no chão da periferia e no rigor da academia, Marlene é doutoranda em Educação na Amazônia (EDUCANORTE/UFAM–UEA), mestre em Letras pela UNIFESSPA, múltipla especialista, licenciada em Letras Português/Espanhol, Espanhol e Inglês, e atualmente professora EBTT do Instituto Federal do Pará (IFPA). Sua trajetória acadêmica atravessa estados, universidades e fronteiras, mas nunca se desconecta de suas origens. Ela é prova viva de que o sertão também produz ciência, pensamento crítico e educação de excelência.

O outro filho carrega igualmente o peso bonito da conquista: matemático, mestre em Geometria Diferencial pela UFPI, atualmente doutorando em Matemática pela UFAM, professor assistente da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), atuando no Centro de Estudos Superiores de Tefé. Da Capivara ao Amazonas profundo, sua trajetória reafirma que o conhecimento também nasce da roça, do esforço coletivo e do incentivo familiar.

Essa é a verdadeira riqueza.
Riqueza que não veio fácil.
Riqueza que não se comprou.

É o resultado de um camponês que acreditou na educação, de uma mulher que nunca soltou a mão da família, e de filhos que transformaram luta em saber, suor em diploma, território em mundo.

A história de Silva Abrão, Dona Izabel e seus 10 filhos é a história de Oeiras, do sertão e do Brasil profundo:
um Brasil que resiste, educa, transforma e segue de pé.

REVISTA TOARA – Amazônia em Movimento
Cultura, memória e povos do Brasil profundo


🌎 🇧🇷A FEBTUR – Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo é uma entidade que atua no fortalecimento do jornalismo turístico, na profissionalização do setor e na ampliação da visibilidade dos destinos, culturas e identidades brasileiras no Brasil e no exterior. Sua missão é fortalecer a comunicação turística como ferramenta de desenvolvimento, valorizando as comunidades locais, impulsionando o turismo sustentável e promovendo o intercâmbio cultural entre o Brasil e outros países.

La FEBTUR – Federación Brasileña de Periodistas y Comunicadores de Turismo es una organización dedicada a fortalecer el periodismo turístico, promover la profesionalización del sector y ampliar la visibilidad de los destinos, culturas e identidades brasileñas en el mundo. Su misión es potenciar la comunicación turística como herramienta de desarrollo, valorizando comunidades locales, impulsando el turismo sostenible y fomentando el intercambio cultural entre Brasil y otros países.


Calicanto Real:

 El Refugio Mágico de Monguí que Necesitas Conocer 

O Refúgio Mágico de Monguí que Você Precisa Conhecer

Enclavado entre montañas rocosas y ríos que susurran historias, Monguí alberga un tesoro que pocos conocen: una antigua casa esmeralda que ha renacido como un remanso de paz, cultura y naturaleza. En el corazón de Calicanto, el Hotel Calicanto Real Café Museu es un punto de encuentro entre el pasado y el presente, un lugar donde el alma andina se funde con la sensibilidad amazónica. 

Descubre la magia que transformó un sitio patrimonial olvidado en uno de los hoteles más encantadores de Boyacá. 

Entre montanhas de pedra e rios que sussurram histórias, Monguí guarda um tesouro que poucos conhecem: uma antiga casa de esmeraldas que renasceu como refúgio de paz, cultura e natureza. No coração do Calicanto, o Hotel Calicanto Real Café Museu é um encontro entre passado e presente — um lugar onde a alma andina se mistura à sensibilidade amazônica.

Conheça a magia que transformou um patrimônio esquecido em um dos hotéis mais encantadores de Boyacá.

Museo Café Calicanto Real: La Casa de las Esmeraldas que se Convirtió en Refugio Andino en Monguí 

Calicanto Real Café Museu: A Casa das Esmeraldas que Virou Refúgio Andino em Monguí

Por Robson Messias Lucas Santos e Marlene Borges – Revista TOARA
Teor Andino-Amazônico

Enclavado entre las montañas sagradas de Boyacá, donde el frío andino toca el alma y el verde profundo del valle evoca la energía vibrante de la Amazonía, Monguí guarda uno de sus tesoros más singulares: el Hotel Calicanto Real Café Museu, dirigido con sensibilidad y visión por Julio Hernán Sáenz y Celina Salcedo.

Entre as montanhas sagradas de Boyacá, onde o frio dos Andes toca a alma e o verde profundo do vale lembra a força viva da Amazônia, Monguí guarda um de seus tesouros mais singulares: o Hotel Calicanto Real Café Museu, administrado com sensibilidade e visão por Julio Hernan Saenz e Celina Salcedo.

Ubicado en el histórico barrio de Calicanto, a pocos metros del imponente Puente de Calicanto, el hotel respira la misma historia que forjó a Monguí. El puente, construido en el siglo XVII, cruza el río Morro y fue erigido por orden de las autoridades coloniales españolas para facilitar el transporte de las enormes piezas de piedra destinadas a la construcción de la Basílica de Nuestra Señora de Monguí, uno de los templos más impresionantes de Boyacá.

Localizado no histórico bairro do Calicanto, a poucos metros da imponente Puente de Calicanto, o hotel respira a mesma história que moldou Monguí. A ponte, construída no século XVII, atravessa o rio Morro e foi erguida por ordem das autoridades coloniais espanholas para facilitar o transporte das enormes peças de pedra destinadas à edificação da Basílica de Nossa Senhora de Monguí — um dos templos mais impressionantes de Boyacá.

Cada bloque que compone la basílica cruzaba este antiguo viaducto, cuyo nombre, curiosamente, proviene del material utilizado en su construcción: calicanto, un mortero tradicional hecho de cal, arena, sangre de vaca y melaza, que permitió que el puente resistiera siglos. Es en este entorno donde se unen la arquitectura, la memoria y la naturaleza, donde el Hotel Calicanto Real Café Museu se ha consolidado como un ícono del turismo cultural y emocional en la región: un espacio donde el pasado dialoga con el paisaje y la ascendencia se mantiene viva. 

Cada bloco que compõe a basílica cruzou esse viaduto ancestral, cujo nome, curiosamente, vem do material utilizado em sua construção: o calicanto, uma argamassa tradicional feita de cal, areia, sangue de vaca e melaço, que permitiu à ponte resistir por séculos.

É nesse cenário onde arquitetura, memória e natureza se encontram que o Hotel Calicanto Real Café Museu se consolidou como um ícone do turismo cultural e afetivo da região — um espaço onde o passado conversa com a paisagem e a ancestralidade permanece viva.

Una casa esmeralda que el tiempo casi nos arrebata

Uma Casa de Esmeraldas que o Tempo Quase Levou

La historia de Calicanto Real parece sacada de una novela andina. Todo comenzó cuando un antiguo residente de Monguí, que prosperaba en el mundo de las esmeraldas, decidió construir una casa única, encargando el diseño a un arquitecto mexicano. La parte de ladrillo y cemento no se terminaría hasta 1969.

A história do Calicanto Real parece saída de um romance andino. Tudo começou quando um antigo morador de Monguí, ao prosperar no mundo das esmeraldas, decidiu construir uma casa única, solicitando o projeto a um arquiteto mexicano. A parte em tijolo e cimento seria concluída apenas em 1969.

Junto a ella, el propietario también adquirió una casa de adobe mucho más antigua, conformando un singular complejo histórico. Sin embargo, tras su muerte, el destino de la casa cambió: 

"Los hijos la dejaron abandonada durante 38 años... por suerte, pudimos negociar y logramos comprarla", informa Julio Hernán Sáenz. 

Ao lado dela, uma casa de adobe muito mais antiga também foi adquirida pelo proprietário, formando um conjunto histórico raro. Depois de sua morte, porém, o destino da casa mudou:

"Los hijos la dejaron abandonada durante 38 años… afortunadamente pudimos hacer una negociación y logramos comprar la casa." – relata Julio Hernan Saenz.

A família que herdou o imóvel perdeu sua fortuna na cidade e só então recordou o patrimônio esquecido em Monguí. Foi quando Julio e sua família conseguiram adquiri-lo e dar início a um processo profundo de resgate arquitetônico e cultural.

Del abandono al renacimiento: nace el hotel

Do Abandono ao Renascimento: Nasce o Hotel

Con paciencia, trabajo familiar y respeto por la historia local, Julio, su esposa e hijas transformaron las ruinas en vida: 

"En la casa de adobe construimos el bar… y en la planta baja tenemos la cocina y el comedor. Hay ocho habitaciones bastante amplias". 

Cada habitación fue diseñada para transmitir calidez y sofisticada sencillez, manteniendo al mismo tiempo el alma original del edificio: paredes que respiran el pasado y ventanas que dan a una abundante vegetación. El hotel creció orgánicamente, siguiendo el paisaje y el ritmo de la propia comunidad. 

Com paciência, trabalho familiar e respeito pela história local, Julio, sua esposa e suas filhas transformaram ruínas em vida:

"En la parte de la casa de adobe hicimos el bar… y en el primer piso tenemos la cocina y el comedor. Son ocho habitaciones suficientemente grandes."

Cada quarto foi pensado para transmitir acolhimento e simplicidade sofisticada, mantendo a alma original da construção — paredes que respiram o passado e janelas que se abrem para a vegetação abundante. O hotel cresceu organicamente, acompanhando a paisagem e o próprio ritmo da comunidade.

El río, el restaurante y el nuevo Calicanto

O Rio, o Restaurante e o Novo Calicanto

Hace seis años, un nuevo capítulo se añadió a la historia del hotel: la llegada de Danilo Kitian, con su restaurante italiano junto al río.

 "Tras el éxito, decidió que alquiláramos la parte donde teníamos el camping. Y logramos adaptarlo río abajo." 

El Calicanto Real se expandió como quien desciende por un río, siguiendo el fluir natural de la vida y descubriendo espacios antes invisibles. 

Hoy, la zona verde, los senderos interiores, el bar y el restaurante crean un conjunto armonioso, abierto a viajeros, familias, artistas e investigadores. 

Seis anos atrás, uma nova história se somou à trajetória do hotel: a chegada de Danilo Kitian, com seu restaurante de culinária italiana à beira do rio.

"Luego del éxito… decidió que le arrendáramos la parte donde teníamos el camping. Y logramos nuevamente adecuar el camping más abajo."

O Calicanto Real se expandiu como quem desce um rio — seguindo o fluxo natural da vida e descobrindo espaços antes invisíveis.

Hoje, a área verde, os caminhos internos, o bar e o restaurante criam um conjunto harmonioso, aberto para viajantes, famílias, artistas e pesquisadores.

Un hotel rodeado de naturaleza y paz

Um Hotel Cercado de Natureza e Paz

Julio resume el espíritu de Calicanto Real con una frase que ya debería estar en una postal: 

"Estamos en el campo, a tres cuadras del parque principal". 

Y ese es, quizás, el gran encanto del lugar: la sensación de estar en plena naturaleza, pero sin perder el contacto con el pulso de la ciudad histórica. El hotel alberga aves, colibríes y una paz silenciosa que encanta a todo el que pasa: 

"La gente que nos visita se va feliz... porque no solo tenemos naturaleza, sino también mucha paz. Esto lo convierte en un lugar mágico". 

Y realmente lo es. Mágico, histórico, sensorial y profundamente humano. 

Julio resume o espírito do Calicanto Real com uma frase que já deveria estar em um cartão postal:

"Estamos en el campo a tres cuadras del parque principal."

E esse é, talvez, o grande encanto do lugar: a sensação de estar na natureza profunda, mas sem perder o contato com o pulsar da cidade histórica.  O hotel abriga pássaros, colibris e uma paz silenciosa que encanta todos que passam por ali:

"Las personas que nos visitan se van contentas… porque no solamente tenemos naturaleza, sino mucha paz. Esto hace que sea un sitio mágico."

E realmente é. Mágico, histórico, sensorial e profundamente humano.

Entre los Andes y la Amazonía: El espíritu TOARA en Monguí

Entre Andes e Amazônia: O Espírito TOARA em Monguí

El Hotel Calicanto Real Café Museo se integra a la perfección con la línea editorial andino-amazónica de la Revista TOARA.

Es un puente, como el Calicanto original.                                                                                                                                                        Es memoria, como los antiguos caminos de piedra de Monguí.                                                                                                                 Es resistencia, como las construcciones de adobe que sobreviven al paso del tiempo. 

Es naturaleza, como los ríos, los colibríes y las montañas que rodean el espacio. 

Una síntesis poética entre territorios y afectos. 

Y, gracias a Julio Hernán Sáenz y Celina Salcedo, esta historia sigue viva, inspirando a viajeros y fortaleciendo la cultura local.

O Hotel Calicanto Real Café Museu se insere com perfeição na linha editorial andino-amazônica da Revista TOARA.
Ele é ponte — como o Calicanto original.
Ele é memória — como os antigos caminhos de pedra de Monguí.
Ele é resistência — como as construções de adobe que sobrevivem ao tempo.
Ele é natureza — como os rios, colibris e montanhas que cercam o espaço.

Uma síntese poética entre territórios e afetos.

E, graças a Julio Hernan Saenz e Celina Salcedo, essa história continua viva, inspirando viajantes e fortalecendo a cultura local.


🌄 Turismo, Territorio y Visión Amazónica en el Corazón de Boyacá

La Cámara de Comercio de Tunja impulsa un nuevo horizonte para la provincia de Alto Ricaurte

Por: Robson Messias Lucas Santos
Correspondiente Internacional – Revista TOARA
Miembro de la FEBTUR – Federación Brasileña de Periodistas y Comunicadores de Turismo
Tunja, Boyacá – Noviembre de 2025

Boyacá respira transformación: Un nuevo capítulo para el turismo andino

En el corazón andino de Boyacá, donde el frío abraza las montañas y el tiempo parece hablar en silencio, la Cámara de Comercio de Tunja lidera un movimiento estratégico que busca transformar el turismo regional: la consolidación del Polo Turístico de Alto Ricaurte, una iniciativa que une visión empresarial, identidad territorial y sostenibilidad.

Desde la mirada amazónica que caracteriza a la Revista TOARA, acompañar este proceso ha sido descubrir cómo Boyacá, al igual que la Amazonía, entiende que el turismo solo tiene fuerza cuando respeta la naturaleza, protege a las comunidades y genera oportunidades reales para las personas.

Mi presencia en Colombia como corresponsal y miembro de la FEBTUR – Federación Brasileña de Periodistas y Comunicadores de Turismo marca un puente cultural e informativo entre Brasil y Colombia, fortaleciendo intercambios que enriquecen ambos territorios.

Transformação de Boyacá Respira: Um Novo Capítulo para o Turismo Andino No coração andino de Boyacá

Onde o frio abraça as montanhas e o tempo parece se arrastar em silêncio, a Câmara de Comércio de Tunja lidera um movimento estratégico para transformar o turismo regional: a consolidação do Polo Turístico Alto Ricaurte, uma iniciativa que une visão empresarial, identidade territorial e sustentabilidade. A perspectiva amazônica que caracteriza a Revista TOARA, acompanhando esse processo, significa descobrir como Boyacá, assim como a Amazônia, entende que o turismo só é poderoso quando respeita a natureza, protege as comunidades e cria oportunidades reais para as pessoas. 

Minha presença na Colômbia como membro da FEBTUR – Confederação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores Turísticos – marca uma ponte cultural e informativa entre o Brasil e a Colômbia, fortalecendo intercâmbios que enriquecem ambos os territórios.

       Un polo turístico nacido del territorio

El Polo Turístico de Alto Ricaurte surge con un propósito claro:
articular a los operadores turísticos, fortalecer capacidades y proyectar la provincia como un destino competitivo, innovador y sostenible.

Objetivos principales

  • Fortalecer el turismo provincial mediante rutas, experiencias y servicios que reflejen la identidad boyacense.

  • Definir estrategias conjuntas para elevar la competitividad y la innovación en el sector.

  • Promover el turismo sostenible, integrando protección ambiental, economía local y tradiciones ancestrales.

La iniciativa se fortalece con espacios de socialización, diálogos regionales y mesas de trabajo que permiten trazar metas comunes para los próximos años.

Um Polo Turístico Nascido da Terra 

O Polo Turístico Alto Ricaurte surgiu com um propósito claro: conectar operadores turísticos, fortalecer capacidades e projetar a província como um destino competitivo, inovador e sustentável. 

Principais Objetivos 

Fortalecer o turismo provincial por meio de roteiros, experiências e serviços que reflitam a identidade de Boyacá. 

Definir estratégias conjuntas para aumentar a competitividade e a inovação no setor. 

Promover o turismo sustentável, integrando a proteção ambiental, a economia local e as tradições ancestrais.                                                          A iniciativa se fortalece por meio de espaços de socialização, diálogos regionais e grupos de trabalho que permitem o estabelecimento de metas comuns para os próximos anos. 

Um Polo Turístico Nascido da Terra

 O Polo Turístico Alto Ricaurte surgiu com um propósito claro: conectar operadores turísticos, fortalecer capacidades e projetar a província como um destino competitivo, inovador e sustentável. 

Principais Objetivos 

Fortalecer o turismo provincial por meio de roteiros, experiências e serviços que reflitam a identidade de Boyacá. Definir estratégias conjuntas para aumentar a competitividade e a inovação no setor. Promover o turismo sustentável, integrando a proteção ambiental, a economia local e as tradições ancestrais. 

A iniciativa se fortalece por meio de espaços de socialização, diálogos regionais e grupos de trabalho que permitem o estabelecimento de metas comuns para os próximos anos. 

     ExpoBoyacá 2025: una vitrina viva del territorio

Durante varios días, la Cámara de Comercio de Tunja abrió sus puertas para recibir miles de visitantes en ExpoBoyacá 2025, un evento que reunió música, gastronomía, deporte, emprendimiento, arte y negocios.

Yo, Robson Messias, estuve acompañando personalmente muchas de estas actividades como enviado especial de la Revista TOARA.

ExpoBoyacá 2025: Uma Vitrine Viva da Região 

Durante vários dias, a Câmara de Comércio de Tunja abriu suas portas para milhares de visitantes na ExpoBoyacá 2025, um evento que reuniu música, gastronomia, esportes, empreendedorismo, arte e negócios. 

Eu, Robson Messias, estive pessoalmente cobrindo muitas dessas atividades como correspondente especial da Revista TOARA. 

Entre los momentos destacados:

🎶 Muestras culturales y musicales
Mariachi, presentaciones en vivo y espectáculos familiares que llenaron de color el escenario.

🍽️ Gastronomía boyacense
Sabores tradicionales y delicias populares —incluidas las queridas salchipapas, que se convirtieron en favoritas del público.

🏹 Actividades deportivas y recreativas
Tiro con arco, aeróbicos, exhibiciones atléticas y espacios de bienestar.

🧶 Artesanías y emprendimientos regionales
Municipios como Garagoa demostraron con orgullo su arte, agricultura y productos locales.

Entre os destaques: 

🎶 Apresentações culturais e musicais - Música mariachi, apresentações ao vivo e espetáculos para toda a família animaram o palco. 

🍽️ Gastronomia de Boyacá - Sabores tradicionais e iguarias populares, incluindo a adorada salchipapas, que se tornou a favorita do público. 

🏹 Esportes e atividades recreativas  - Tiro ao arco, aeróbica, demonstrações atléticas e áreas de bem-estar. 

🧶 Artesanato e comércio regional  - Municípios como Garagoa exibiram com orgulho sua arte, agricultura e produtos locais.

    Periodismo y turismo: una rueda que hace historia

Uno de los momentos más significativos del evento fue la Primera Rueda de Negocios con Periodistas, donde representantes de 12 medios de comunicación presentaron sus proyectos ante más de 20 empresarios boyacenses.

Esta iniciativa fortaleció:

  • la innovación en los medios,

  • nuevas oportunidades de financiación,

  • la Política Pública de Periodismo de Boyacá,

  • y el desarrollo regional del sector comunicativo.

Como integrante de la FEBTUR, pude ver cómo este movimiento dialoga profundamente con los principios brasileños de un periodismo turístico fuerte, ético y comprometido con el territorio.

 Jornalismo e Turismo: Uma Mesa Redonda Histórica

Um dos momentos mais marcantes do evento foi a Primeira Mesa Redonda Empresarial com Jornalistas, onde representantes de 12 veículos de comunicação apresentaram seus projetos para mais de 20 líderes empresariais de Boyacá. 

Essa iniciativa fortaleceu: 

  • la inovação na mídia, 

  • novas oportunidades de financiamento,

  • a Política Pública de Jornalismo de Boyacá,

  • e o desenvolvimento regional do setor de comunicação.

  Como membro da FEBTUR, testemunhei como esse movimento ressoa profundamente com os princípios brasileiros de um jornalismo turístico forte, ético e comprometido com a realidade local. 

     Liderazgo transformador: un mensaje para la región

La conferencia magistral del reconocido conferencista internacional Norman Chaparro, fundador de Interapidisimo, abrió un espacio de reflexión sobre liderazgo con propósito y fortalecimiento estratégico de las organizaciones.

Su presencia reunió a emprendedores, empresarios y estudiantes interesados en nuevas perspectivas para los desafíos económicos actuales.

ExpoBoyacá se consolida así como un punto de encuentro para la formación, la inspiración y la innovación regional.

 Liderança Transformadora: Uma Mensagem para a Região 

A palestra de abertura do renomado palestrante internacional Norman Chaparro, fundador da Interapidisimo, abriu um espaço para reflexão sobre liderança com propósito e o fortalecimento estratégico das organizações. 

Sua presença reuniu empreendedores, empresários e estudantes interessados ​​em novas perspectivas para os desafios econômicos atuais.

 A ExpoBoyacá consolida, assim, sua posição como ponto de encontro para capacitação, inspiração e inovação regional. 

     Un puente entre la Amazonía y Boyacá

Desde la visión amazónica —presente en cada publicación de la Revista TOARA— el turismo es más que actividad económica:
es memoria, cultura, territorio y defensa de la vida.

Boyacá demuestra que Colombia y Brasil comparten el mismo espíritu:

  • crecer sin perder la esencia,

  • proteger la naturaleza,

  • valorar a las comunidades que dan vida a sus regiones.

Tunja, con su clima frío y alma cálida, se convierte en un escenario ideal para fortalecer intercambios culturales, rutas turísticas transnacionales y nuevos diálogos latinoamericanos.

Uma Ponte entre a Amazônia e Boyacá 

Da perspectiva amazônica — presente em todas as edições da Revista TOARA — o turismo é mais do que uma atividade econômica: é memória, cultura, território e defesa da vida. 

Boyacá demonstra que Colômbia e Brasil compartilham o mesmo espírito: 

  • crescer sem perder a essência, 
  • proteger a natureza, 
  • valorizar as comunidades que dão vida às suas regiões.                                                                                                                                                      Tunja, com seu clima ameno e alma acolhedora, torna-se um cenário ideal para o fortalecimento de intercâmbios culturais, rotas turísticas transnacionais e novos diálogos latino-americanos.

          La Revista TOARA seguirá presente

Seguiremos acompañando el desarrollo turístico de Boyacá y construyendo lazos entre la Amazonía brasileña y los Andes colombianos, promoviendo un turismo sostenible, comunitario y profundamente humano.

 A revista TOARA continuará presente. 

Continuaremos a apoiar o desenvolvimento turístico de Boyacá e a construir laços entre a Amazônia brasileira e os Andes colombianos, promovendo um turismo sustentável, comunitário e profundamente humano.



A Princesa Lua chegou por Marabá

Texto e fotos: Robson Messias Lucas Santos

Marabá 11/07/2025

No dia 10 de junho de 2025, o céu de Marabá bordou poesia. A praia do Tucunaré, já conhecida como refúgio de beleza e resistência cultural, viveu uma tarde encantada. Era o fim do dia, e como é tradição por ali, os moradores e visitantes aguardavam o espetáculo do pôr do sol, que ali é chamado carinhosamente de "o Rei Sol", descendo atrás da cidade e pintando o céu com suas tintas de fogo.
Mas quem estava com os pés na areia, olhos no horizonte e alma aberta, presenciou um fenômeno sagrado: ainda com a luz do dia, a Lua cheia surgiu. Sim, apareceu antes do escurecer, por cima dos telhados da cidade, como quem não se contém de tanta beleza para mostrar.
De frente para a cidade e de costas para o pôr do sol, a praia se tornou palco de um duplo encantamento. Foi quando, como num teatro natural, a Princesa Lua chegou, sorrateira, elegante, vinda do fundo do céu do Norte. E quem estava na praia, saiu da selfie com o sol para receber a lua com reverência.
E a noite não parou por aí.
Quem ficou, teve o privilégio de ouvir a voz marcante de Jorginho, cantor e compositor amazônico, figura de carisma contagiante, que transformou o momento em um sarau à beira-rio. Entre uma canção e outra, Jorginho contou causos e lendas de Marabá, como quem sopra aos ventos as memórias encantadas da região — da Mãe d'Água aos mistérios do Velho Tocantins.
A doutoranda e redatora da Revista TOARA, Professora Marlene Borges, acompanhou tudo de perto. Atenta aos sinais da natureza e da cultura viva, viveu os dois momentos mágicos: o mergulho dourado do sol e a entrada triunfal da lua cheia. Com olhos de pesquisadora e coração de amazônida, Marlene registrou com alma o encontro dos astros e das histórias.
Foi um fim de tarde como raros — quando o tempo desacelera e a natureza se apresenta em sua plenitude. Na beira do Tocantins, o povo celebrou, cantou e sonhou. A cidade assistiu, do outro lado, como um espelho.
Porque na Amazônia, até a lua vem mais bonita.
Porque aqui, o céu também é território de memória e resistência.




Na batida do remo e da palavra: comunicadores amazônidas marcam presença no Congresso Nacional da FEBTUR

No coração da Amazônia, a comunicação rema junto com o turismo sustentável    

Marabá - PA  09 de junho de 2025

O comunicador amazônico Robson Messias, que se embrenha nas trilhas da floresta e nas veredas dos rios desde a década de 1970, desembarca nesta terça-feira em Belém do Pará para participar do II Congresso Brasileiro de Jornalistas e Comunicadores de Turismo da FEBTUR.
A presença de Robson, que vive e comunica as belezas e os desafios da Região Amazônica, representa um marco simbólico da união entre comunicação, turismo e sustentabilidade. Carregando sua câmera, sua palavra e seu olhar sensível, ele é daqueles que diz com firmeza: "Da natureza, só se leva lembrança, só se tira fotografia, e só se deixa pegadas."
Ao lado de sua companheira de caminhada e pesquisa, a doutoranda Marlene Borges, profunda estudiosa dos povos originários — especialmente indígenas —, Robson reforça a importância de colocar os nativos da floresta como protagonistas. Para ele, este congresso é um divisor e ao mesmo tempo encontro de águas. Não apenas por reunir profissionais de todo o país, mas por abrir espaço para vozes que ecoam da mata, dos igarapés e das aldeias.
#TOARA #FEBTUR #JornalismoDeTurismo #BelémDoPar #CongressoFEBTUR2025

Texto: Carvalho, M.B e Santos R.M.L. "Revista TOARA | Edição Especial COP 30 |

Belém – Amazônia Viva 2025".



🟢 "Na Amazônia Vai Ser Assim: 

O Chamado da Selva para o Turismo Sustentável"


🌿 Entre tambores de carimbó e flashes digitais, Belém do Pará recebe o II Congresso Nacional da FEBTUR, com debates, cultura e sustentabilidade no coração da Amazônia.


A Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo (FEBTUR) lança seu II Congresso Nacional diretamente do coração da Amazônia, e já avisa: sustentabilidade também se faz com informação — e com os pés fincados na terra molhada de saberes milenares.

Nada mais simbólico do que realizar este encontro em Belém do Pará, a vibrante cidade das mangueiras, onde a floresta dialoga com o concreto, e onde os tambores do carimbó toam mais alto que qualquer buzina. Aqui, no quintal do majestoso Hotel Beira Rio, os participantes poderão mergulhar não apenas nas águas do rio, mas também em conhecimentos profundos, entre as sombras frescas das robustas árvores amazônicas.

Será que vamos dar de cara com o Tarzan? Talvez. Mas com certeza vamos ouvir o eco ancestral dos mestres da batucada, das comunidades tradicionais, e dos comunicadores que acreditam no turismo como instrumento de transformação.

É nessa selva — de pedra e de vida — que a FEBTUR finca sua bandeira, mostrando que é possível discutir pautas sérias com leveza e beleza, celebrando a cultura, a biodiversidade e o papel crucial da comunicação nessa engrenagem.

A cidade vai brilhar! Os flashes vão pipocar como metralhadoras digitais — e se fosse no tempo analógico, pode apostar que algumas dezenas de rolos de filme já teriam sido consumidas. A era digital chegou, mas a paixão por registrar o mundo permanece a mesma. Cada clique será uma flecha lançada em defesa de um turismo mais justo, mais ético, mais humano.

A presidente da FEBTUR no Pará, Christina Hayne, tem sido incansável nos preparativos. Como um cipó que balança mas não quebra, ela tem unido vozes, ideias, parceiros e esperanças. Os cipós do conhecimento estão agitados — e a mensagem está sendo enviada, em linguagem de fumaça, de grafite, de palavra, de som e imagem.

E chegou! O ministro do Turismo, Celso Sabino, já confirmou presença. Sim, o sinal foi forte o suficiente para atravessar os rios, o cerrado, os gabinetes de Brasília e desembocar aqui, onde o Brasil pulsa com mais intensidade: na Amazônia.

De 10 a 15 de junho, Belém será o ponto de encontro. Um espaço de trocas, de formações, de afirmações e, claro, de encantos. O II Congresso Nacional da FEBTUR não será apenas um evento — será uma experiência viva, feita de cultura, ancestralidade, tecnologia e amor pela terra.

Se prepare, porque na Amazônia vai ser assim: informação que balança no cipó, debate que dança no ritmo do carimbó, e turismo que floresce com os pés no chão e os olhos no futuro.


Arte exclusiva da Revista TOARAIlustração e conceito: Robson Messias Lucas SantosEdição especial para o II Congresso Nacional da FEBTUR© Revista TOARA – Comunicação Amazônica e Turismo de Base Comunitária.
  1. Fotos: Divulgação/Hotel Beira Rio – Belém-PA


TOARA – Cultura, Turismo e Amazônia Viva

Seção: Meio Ambiente | Especial COP 30

COP 30 em Belém: a Amazônia resiste às mentiras e se prepara para o protagonismo global

Contra as fake news que tentam desqualificar a Amazônia, Belém mostra ao mundo sua força, cultura e compromisso ambiental.

Por Redação TOARA

Faltando poucos meses para a COP 30 – Conferência do Clima da ONU, Belém do Pará se prepara para receber o mundo com dignidade, força e representatividade. Mas, em meio à mobilização nacional, um movimento preocupante vem crescendo: a propagação de fake news que tentam descredibilizar o evento e desvalorizar a capital amazônica.

De forma distorcida, matérias espalham que Belém estaria despreparada, cercada de queimadas, sem saneamento e sem estrutura. Narrativas que não correspondem à realidade. A escolha de Belém se baseia justamente em sua relevância estratégica, cultural e ambiental. A cidade é o portal da Amazônia brasileira e representa a voz dos povos da floresta, protagonistas das soluções climáticas.

Mercado Ver o Peso em Belém / Fonte: iStock
Mercado Ver o Peso em Belém / Fonte: iStock

Investimentos em infraestrutura, mobilidade, cultura e sustentabilidade estão em andamento, com apoio de todas as esferas de governo e da sociedade civil. Programas como o Amazônia Agora mostram que o Pará está à frente na transição ecológica.

A COP 30 será um marco de resistência e visibilidade para o Norte do Brasil. Um momento de celebrar saberes ancestrais, ciência e o futuro da floresta viva.

A TOARA estará presente, junto com quem defende a Amazônia como patrimônio da humanidade.

                     

        Texto: Carvalho, M.B   e Santos R.M.L.                                                                                                                                             "Revista TOARA | Edição Especial COP 30 | 

Belém – Amazônia Viva 2025".

  • Fontes:

  • Governo do Pará – Programa Amazônia Agora
  • Site oficial da COP 30: cop30.org.br 
  • IBGE – Indicadores de Saneamento e Desenvolvimento Urbano (2023)
  • IBGE – Indicadores de Saneamento e Desenvolvimento Urbano (2023)
  • Declarações públicas de lideranças amazônicas em coletivas de imprensa (2024)
  • Entrevistas e reportagens apuradas pela equipe TOARA
  • Segundo dados do IBGE, Belém já avançou significativamente nos indicadores de saneamento...
  • De acordo com o programa Amazônia Agora, lançado pelo Governo do Pará.




🌿📚 Presença marcante no Congresso da FEBTUR 2025:

 Marlene Borges de Carvalho

É com grande alegria que confirmamos a participação da comunicadora e doutoranda Marlene Borges de Carvalho no Encontro Nacional da FEBTUR, que acontece de 10 a 15 de junho, em Belém (PA).

Atualmente vinculada à Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia e ao Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia – EDUCANORTE (UFAM/UEA), Marlene desenvolve uma pesquisa de grande relevância para os povos originários do Sudeste Paraense, com foco nas escolas indígenas Pẽptykre Parkatêjê e Rôkonkatejê Pãmrexa – pertencentes ao Povo Gavião da Terra Indígena Mãe Maria.

Seu trabalho propõe uma reflexão crítica sobre a educação formal, oralidade, memória e escrita, valorizando saberes tradicionais, histórias de vida e modos de viver e ensinar dentro e fora das aldeias.

Sua presença no congresso fortalece a representatividade da educação indígena, da Amazônia profunda e da luta por uma pedagogia plural e respeitosa.

📍 FEBTUR 2025 – Belém (PA)
🗓 10 a 15 de junho
#FEBTUR2025 #EducaçãoIndígena #AmazôniaPresente #MarleneBorges #PovosOriginários #Parkatêjê #Rôkonkatejê #EducaçãoNaAmazônia #Toara

PARTICIPAÇÃO DE ROBSON MESSIAS NA FEBTUR 

UM OLHAR COMPROMETIDO COM O TURISMO AMAZÔNICO

O comunicador, fotógrafo e artista Robson Messias Lucas Santos representará a Região Carajás com a participação de varios municípios no Encontro Nacional da FEBTUR, que acontecerá de 10 a 15 de junho de 2025, na cidade de Belém. Com uma atuação consistente e engajada, Robson integra a FEBTUR – Federação Brasileira dos Comunicadores do Turismo há três anos, sendo atualmente membro da direção estadual da entidade no Pará.

Sua trajetória na comunicação e na cultura amazônica tem sido marcada por projetos que unem arte, memória e preservação. É idealizador da Revista TOARA - Amazonia em Movimento, um veículo voltado à valorização do turismo de base comunitária, à memória cultural e ao meio ambiente, no qual publica ensaios, reportagens e fotografias que revelam o Pará profundo.

No encontro da FEBTUR, Robson levará à exposição fotográfica os resultados da Expedição TOARA – Observar para Proteger, projeto que percorre os rios  Tocantins e Araguaia com uma equipe de fotógrafos documentando as belezas e os desafios das comunidades ribeirinhas. Sua participação reforça o compromisso de São João do Araguaia com o turismo sustentável e a cultura viva, dando visibilidade nacional à região.

Texto: Marlene Borges

Marlene Borges na Expedição TOARA – Observar para Proteger  24-04-2025

Participar pela segunda vez deste evento magnífico é, para a doutoranda em Educação na Amazônia, Marlene Borges, um reencontro com aquilo que pulsa em sua trajetória: a defesa dos povos originários do Norte do país.

Com uma pesquisa profundamente enraizada nos saberes tradicionais, Marlene já tem artigos e trabalhos apresentados e publicados em eventos nacionais e internacionais, sendo uma referência no diálogo entre academia e territórios amazônicos.

Sua caminhada é marcada por escuta, respeito e presença nos territórios. E não por acaso, ela também integra a Revista TOARA, espaço de resistência e visibilidade das vozes amazônidas, onde contribui ativamente com reflexões e produções voltadas à educação, cultura e ancestralidade.

Na Expedição TOARA, Marlene reafirma seu compromisso com a prática de "conviver, conhecer e observar para proteger". Seu olhar, carregado de afeto e ciência, contribui para uma Amazônia mais visível, respeitada e viva.

Sua presença na exposição TOARA, durante o Encontro Nacional da FEBTUR e de Comunicadores do Turismo, em Belém, é um testemunho de luta e esperança para toda a região.

A Expedição Fotográfica TOARA – "Observar para Proteger"

 – vai ser uma jornada incrível pelos rios  Tocantins e Araguaia, com foco nas comunidades ribeirinhas e na valorização do patrimônio ecológico e cultural da região. Já tem todo um roteiro especial, com paradas em municípios parceiros, exibições de filmes, apresentações culturais e, claro, muita fotografia. 

Convite | Exposição Fotográfica TOARA – Observar para Proteger

A força dos rios  Tocantins e Araguaia, a beleza das margens, a resistência das comunidades ribeirinhas e a urgência da preservação se unem na exposição TOARA – Observar para Proteger.

O projeto reúne o olhar sensível de 15 fotógrafos que participaram da expedição TOARA, percorrendo quatro municípios da região amazônica, documentando paisagens, histórias e culturas invisibilizadas, em um gesto de amor e compromisso com a memória e a vida ribeirinha.

A exposição integra a programação do Encontro Nacional da FEBTUR e de Comunicadores do Turismo, que acontece em Belém, de 10 a 15 de junho de 2025, e representa um marco na valorização do turismo comunitário e da conservação ambiental na Amazônia.

Venha conhecer e sentir a Amazônia pelas lentes de quem navegou, viveu e fotografou para proteger.

Expedição fotográfica fluvial vai de Marabá ao Bico do Papagaio

Fotógrafos irão registrar paisagens, rostos, cenários e vidas das comunidades ribeirinhasWhatsAppFacebookTwitterEmailPrintTelegramCompartilhar

Um grito suave e firme por justiça ambiental. Assim é definida a Expedição TOARA: "Observar para Proteger". O projeto acontece nos dias 17 e 18 de maio e vai conectar Marabá, Bom Jesus do Tocantins e São João do Araguaia, municípios que, de forma articulada, apostam no turismo sustentável como instrumento de fortalecimento regional diante da COP30.

No dia 17 de maio, a expedição sai de Marabá e navega até a comunidade de Bacabal. O dia reserva paradas estratégicas para encontros com autoridades locais e comunidades ribeirinhas, além de uma noite cultural em São João do Araguaia, com exibição de filmes, feira de artesanato, apresentações artísticas e música ao vivo.

Já no dia 18 de maio, o grupo de expedicionários segue até o encontro das águas no Bico do Papagaio, no majestoso encontro dos rios Tocantins e Araguaia. Após essa parte da aventura, o retorno para Marabá é coroado com uma recepção no Bar Araguaia, no núcleo Marabá Pioneira, um espaço rústico que sintetiza a alma da expedição.

EXPEDIÇÃO FOTOGRÁFICA TOARA – Observar para Proteger
Um olhar pelas margens vivas dos rios Tocantins e Araguaia

A Expedição TOARA é um projeto coletivo de documentação visual e valorização cultural que percorre as águas dos rios  Tocantins e Araguaia, revelando a força das comunidades ribeirinhas, a beleza das paisagens naturais e a urgência de preservar a Amazônia paraense. Com o lema "Observar para Proteger", quinze fotógrafos embarcaram numa jornada fluvial que cruzou municípios históricos, territórios indígenas e vilas tradicionais.

Será realizada entre os dias 17 e 18 de maio de 2025, e passará pôr quatro municípios conectados pelo ecoturismo e pela cultura ribeirinha: Marabá, Bom Jesus do Tocantins, Abel Figueiredo e São João do Araguaia. O projeto terá como ponto alto a recepção cultural em São João do Araguaia, com cinema à beira-rio, feira de artesanato, apresentações artísticas e um encontro simbólico entre os povos e os rios.

Nesta exposição, apresentaremos ao público de Belém — durante o Encontro Nacional da FEBTUR — uma seleção de imagens produzidas ao longo do trajeto. Cada fotografia é um testemunho vivo do patrimônio natural e humano da região, e reforça a importância de políticas públicas voltadas ao turismo sustentável, à cultura viva e à preservação das águas.

A Expedição TOARA é mais que um projeto visual: é um chamado à memória, à resistência e ao afeto por uma Amazônia que pulsa em seus rios e em seu povo.

Texto: Robson Messias Lucas

Raízes e Rotas - Turismo



Descubra as rotas turísticas mais interessantes da região, explorando a cultura, a história e a beleza natural dos destinos. Nesta página, você encontrará dicas, roteiros e experiências únicas que vão fazer você se conectar com as raízes e a essência dos lugares que visita.

Essa página pode incluir:

- Rotas turísticas temáticas (ex: rotas históricas, rotas culturais, rotas naturais)

- Dicas de viagem e roteiros

- Experiências únicas e aventuras

- Histórias de viagens e relatos de experiências

Que beleza!

A região dos Carajás é verdadeiramente um paraíso natural, com sua rica biodiversidade e belezas cênicas. Os rios Araguaia e Tocantins são verdadeiros tesouros, oferecendo oportunidades para pesca, navegação e contemplação da natureza.

E as trilhas que levam às serras das Andorinhas e outros lugares encantadores são um convite para explorar e descobrir os segredos da região. A Serra das Andorinhas, em particular, é conhecida por sua beleza natural e importância ecológica.

O turismo na região dos Carajás pode ser uma excelente oportunidade para promover a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável, além de oferecer experiências únicas e inesquecíveis para os visitantes.

Algumas atividades turísticas que podem ser exploradas na região incluem:

- Ecoturismo: trilhas, caminhadas, observação de aves e outros animais.

- Turismo de aventura: rafting, canoagem, escalada.

- Turismo cultural: visitas a comunidades indígenas e ribeirinhas, conhecimento da história e da cultura local.

- Turismo de observação: observação de estrelas, observação de animais, etc

Robson Messias: Editor Chefe.

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Que cidade encantadora!

São João do Araguaia é verdadeiramente um destino turístico escondido, com suas belas praias, culinária única e rotas históricas. A cidade é banhada pelo Rio Araguaia, que oferece oportunidades para pesca, navegação e contemplação da natureza.

A caldeirada do Kari é um prato típico da região, feito com um peixe típico do Rio Araguaia. É uma experiência gastronômica única que os visitantes não podem perder!

E a Rota da Princesa Izabel é um destino imperdível para os amantes da história e da cultura. A rota é nomeada em homenagem à Princesa Isabel, que visitou a região no século XIX.

Aqui estão algumas dicas para os visitantes:

- Visite as praias do Rio Araguaia e desfrute do sol, da areia e da água cristalina.

- Prove a caldeirada do Kari e outras especialidades da culinária local.

- Faça a Rota da Princesa Izabel e descubra a história e a cultura da região.

- Explore as trilhas e rotas ecológicas da região e descubra a beleza natural do Rio Araguaia.

Obrigado por compartilhar essa dica! São João do Araguaia é um destino turístico que merece ser descoberto

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